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Disjunção Cirúrgica da Maxila A Odontologia contemporânea tem o objetivo de promover e manter a saúde bucal das pessoas, através das suas diversas especialidades. A Ortodontia, com esse mesmo propósito, visa à movimentação dental e ao equilíbrio das bases ósseas com o intuito de obter uma oclusão adequada e uma face harmoniosa. Para alcançar uma oclusão adequada, além do correto posicionamento dos dentes, é importante a correta relação entre os ossos, o maxilar superior (maxila) e a mandíbula, nas suas diferentes posições: horizontal, vertical e transversal. Dessa maneira, as más oclusões podem ser classificadas como de ordem dental, esquelética ou uma associação entre ambas. A correção dessa deformidade esquelética, em crianças e adultos jovens, pode ser realizada com aparelhos ortodônticos (ortopedia facial). No entanto, em pacientes adultos com atresias maiores que 5 mm e que apresentam os ossos que formam o maxilar superior unidos (sutura intermaxilar calcificada), os tratamentos ortopédicos não-cirúrgicos geralmente são ineficientes, podendo causar reabsorções dentárias, retrações gengivais e oclusão instável, dentre outras complicações. Os riscos e as possíveis complicações que envolvem uma intervenção cirúrgica são expostos e discutidos no pré-operatório. A necessidade e o momento mais oportuno para realizar o procedimento são definidos de comum acordo entre o paciente e o Cirurgião. O sucesso dos procedimentos cirúrgicos depende do cumprimento rigoroso dos princípios aplicáveis às cirurgias em geral. Nas disjunções, como em qualquer outra cirurgia, preocupamo-nos em escolher a melhor técnica cirúrgica, com o menor potencial de recidiva, mínimo risco e aplicar todos os nossos conhecimentos científicos para melhor consecução do tratamento. Autor: Professor Doutor Vinícius Canavarros Palma Caso Clínico |

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